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Notícias/ESPORTE02/11/2026· KF News

F1 volta a Interlagos e cada curva do autódromo tem uma história curiosa por trás do nome

Foto: Jonathan Borba/Pexels

A Fórmula 1 retorna a Interlagos para a 20ª etapa da temporada. O Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, tem 4.309 metros e 11 curvas — e cada uma carrega um nome com história própria.

A programação começa na sexta-feira (6/11), com dois treinos livres às 12h30 e às 16h. No sábado (7/11), tem o TL3 às 11h30 e a classificação às 15h. A corrida é no domingo (8/11), às 14h, com 71 voltas. Pela primeira vez desde 2021, a etapa não tem corrida sprint.

O S do Senna foi criado na reforma de 1989 com participação de Ayrton Senna, mas o próprio piloto queria que o nome fosse Curva do Chico Landi, em homenagem ao primeiro piloto brasileiro a pontuar na F1. A ideia não foi aceita. A Curva do Sol ganhou esse nome porque, no traçado antigo, o sol batia de frente nos pilotos naquele trecho no fim da tarde. A Reta Oposta fica exatamente no lado contrário à reta dos boxes.

A Laranjinha vem do apelido dado a pilotos menos experientes, que tinham dificuldade de ver a saída da curva cega. A Ferradura tem formato de ferradura de cavalo. O Pinheirinho lembra uma árvore que ficava na área de escape e já não existe mais. O Bico de Pato lembra o formato do bico do animal.

O Mergulho é a curva mais rápida do circuito: os carros chegam a 210 km/h e os pilotos sentem 4,4 G, mais de quatro vezes a força da gravidade. A Junção era onde dois trechos do traçado antigo se encontravam. A Curva do Café tem três versões populares: fotógrafos e repórteres diziam ter tempo de tomar um café esperando os carros no longo percurso antigo; outra conta que o aroma de café preparado perto da pista chegava aos pilotos; e uma terceira fala de um pé de café que existia no local na década de 1930.

Fonte: Metropoles